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APRENDA COM A GENTE! 

"FELIZ AQUELE QUE TRANSFERE

O QUE SABE E APRENDE

O QUE ENSINA"

(Cora Coralina)

Todo escritor é um lapidário em sua essência, com a diferença de que, ao invés de transformarmos pedras brutas em preciosas, nós lapidamos palavras, transformamos o simples em magia e traduzimos sentimentos em pontos e letras. Nessa arte, a chave do sucesso não é rechear seu texto de palavras complexas, de difícil compreensão, como muitos acreditam, mas comunicar-se bem.
Escrever bem não é usar palavras difíceis ▼ Ler Mais

Todo escritor é um lapidário em sua essência, com a diferença de que, ao invés de transformarmos pedras brutas em preciosas, nós lapidamos palavras, transformamos o simples em magia e traduzimos sentimentos em pontos e letras. Nessa arte, a chave do sucesso não é rechear seu texto de palavras complexas, de difícil compreensão, como muitos acreditam, mas comunicar-se bem.

 

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Prazer, sou um escritor fantasma — ou ghost-writer para os íntimos ▼ Ler Mais

Dias atrás me encontrei com uma senhorinha que me viu crescer. Logo depois dos cumprimentos formais, a corriqueira pergunta surgiu:  “com o que você trabalha?”. Ora, se já não é fácil explicar para as novas gerações a minha profissão como ghost-writer — ou escritor fantasma, em português —, imagine para ela que dava seu primeiro choro, de estreia no mundo, quando Getúlio Vargas era eleito por voto direto. Tentei facilitar e usei minha formação como argumento. “Sou jornalista”, respondi. “Sim”, ela insistiu, “mas nunca vejo você trabalhando em jornais...”.
 

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Dias atrás me encontrei com uma senhorinha que me viu crescer. Logo depois dos cumprimentos formais, a corriqueira pergunta surgiu:  “com o que você trabalha?”. Ora, se já não é fácil explicar para as novas gerações a minha profissão como ghost-writer — ou escritor fantasma, em português —, imagine para ela que dava seu primeiro choro, de estreia no mundo, quando Getúlio Vargas era eleito por voto direto. Tentei facilitar e usei minha formação como argumento. “Sou jornalista”, respondi. “Sim”, ela insistiu, “mas nunca vejo você trabalhando em jornais...”.
“Eu suspeito que felicidade tenha a ver com a experiência da autenticidade: poder viver aquilo que se deseja e ser capaz de lidar com as tensões dessa busca”. Você acaba de ler uma frase dita pelo renomado filósofo brasileiro, Luiz Felipe Pondé, durante um bate-papo realizado pela editora Planeta no Brasil em maio deste ano. A afirmação veio acompanhada do relato de que a primeira escolha profissional dele não tinha relação alguma com filosofia, na verdade, por influência familiar, ingressou em um curso de medicina. Pouco tempo depois, ele se dava conta de que aquilo não fazia seu coração bater mais forte. Abandonou, então, a medicina para tornar-se filósofo. “Eu apostei em uma profissão que tinha tudo para dar errado e olha só o que aconteceu”, conta. 
Vergonha por que, escritor? ▼ Ler Mais

“Eu suspeito que felicidade tenha a ver com a experiência da autenticidade: poder viver aquilo que se deseja e ser capaz de lidar com as tensões dessa busca”. Você acaba de ler uma frase dita pelo renomado filósofo brasileiro, Luiz Felipe Pondé, durante um bate-papo realizado pela editora Planeta no Brasil em maio deste ano. A afirmação veio acompanhada do relato de que a primeira escolha profissional dele não tinha relação alguma com filosofia, na verdade, por influência familiar, ingressou em um curso de medicina. Pouco tempo depois, ele se dava conta de que aquilo não fazia seu coração bater mais forte. Abandonou, então, a medicina para tornar-se filósofo. “Eu apostei em uma profissão que tinha tudo para dar errado e olha só o que aconteceu”, conta. 

 

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A ficção é de verdade ▼ Ler Mais

Não importa se você está na poltrona da sala, deitado na rede sob uma árvore ou na cabeceira da cama minutos antes de adormecer, um bom livro de ficção te levará para lugares nunca antes visitados. É a magia de viajar no tempo, transladar e vir a ser quem nunca teríamos coragem ou oportunidade de ser na vida real. Esse é o poder invisível sempre presente nas mãos de um escritor e, agora, comprovado pela Ciência. Segundo Gregory Berns, professor de neurociência, “histórias moldam nossa vida, e em alguns casos ajudam a definir como é uma pessoa”.

 

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Não importa se você está na poltrona da sala, deitado na rede sob uma árvore ou na cabeceira da cama minutos antes de adormecer, um bom livro de ficção te levará para lugares nunca antes visitados. É a magia de viajar no tempo, transladar e vir a ser quem nunca teríamos coragem ou oportunidade de ser na vida real. Esse é o poder invisível sempre presente nas mãos de um escritor e, agora, comprovado pela Ciência. Segundo Gregory Berns, professor de neurociência, “histórias moldam nossa vida, e em alguns casos ajudam a definir como é uma pessoa”.
“Eu suspeito que felicidade tenha a ver com a experiência da autenticidade: poder viver aquilo que se deseja e ser capaz de lidar com as tensões dessa busca”. Você acaba de ler uma frase dita pelo renomado filósofo brasileiro, Luiz Felipe Pondé, durante um bate-papo realizado pela editora Planeta no Brasil em maio deste ano. A afirmação veio acompanhada do relato de que a primeira escolha profissional dele não tinha relação alguma com filosofia, na verdade, por influência familiar, ingressou em um curso de medicina. Pouco tempo depois, ele se dava conta de que aquilo não fazia seu coração bater mais forte. Abandonou, então, a medicina para tornar-se filósofo. “Eu apostei em uma profissão que tinha tudo para dar errado e olha só o que aconteceu”, conta. 
Escreva e salve vidas ▼ Ler Mais

“Eu suspeito que felicidade tenha a ver com a experiência da autenticidade: poder viver aquilo que se deseja e ser capaz de lidar com as tensões dessa busca”. Você acaba de ler uma frase dita pelo renomado filósofo brasileiro, Luiz Felipe Pondé, durante um bate-papo realizado pela editora Planeta no Brasil em maio deste ano. A afirmação veio acompanhada do relato de que a primeira escolha profissional dele não tinha relação alguma com filosofia, na verdade, por influência familiar, ingressou em um curso de medicina. Pouco tempo depois, ele se dava conta de que aquilo não fazia seu coração bater mais forte. Abandonou, então, a medicina para tornar-se filósofo. “Eu apostei em uma profissão que tinha tudo para dar errado e olha só o que aconteceu”, conta. 

 

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O que cavalos têm a ver com minha mudança de profissão ▼ Ler Mais

Por mais estranho que pareça, a minha mudança de carreira tem tudo a ver com cavalos. Algum tempo atrás eu tomei a decisão de viver pela literatura... Na verdade, a mudança aconteceu há dois anos, mas a minha paixão pelos livros já é de longa data, ela nasceu comigo. Foi por ela que eu me formei jornalista, mas ao primeiro passo dentro do mercado de trabalho, eu me dei conta de que o mundo dos jornais não é o mesmo do mundo dos livros... Eu precisava criar e escrever histórias se quisesse ser feliz, mas eu mesma não conseguia aceitar o que eu era. Eu estava diante de um desafio, portanto, entre a minha felicidade e o que parecia ser certo fazer...

 

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Por mais estranho que pareça, a minha mudança de carreira tem tudo a ver com cavalos. Algum tempo atrás eu tomei a decisão de viver pela literatura... Na verdade, a mudança aconteceu há dois anos, mas a minha paixão pelos livros já é de longa data, ela nasceu comigo. Foi por ela que eu me formei jornalista, mas ao primeiro passo dentro do mercado de trabalho, eu me dei conta de que o mundo dos jornais não é o mesmo do mundo dos livros... Eu precisava criar e escrever histórias se quisesse ser feliz, mas eu mesma não conseguia aceitar o que eu era. Eu estava diante de um desafio, portanto, entre a minha felicidade e o que parecia ser certo fazer...